O Amor é a única doença transmissível pelo olhar...
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Voltas e voltas...



Voltas e voltas....


Não sei, não sou,
não sabes, não sintas,
não quero, não espero,
Não faço, não digo, não mintas.

Engana, engana,
não ligues, não faz mal,
eu quero morrer,
eu quero morrer!
eu sofro por querer,
por querer estar mal...?

Eu não, não fiz...?
eu mereço ser feliz,
porquê? porque sim,
Porque quero por querer
porque sonho em ter,
um final feliz para mim...

Injecção de Veneno

Não sei como começar, a sério que não sei. Por isso começo por dizer que não sei começar, para me redimir. Muitas vezes bloqueio quando vou escrever porque não sei como começar. Acho que é mesmo o mais difícil porque depois o texto passa a encaixar-se a partir daquele primeiro tijolo e as ideias passam a fluir numa torrente inesgotável.

Mas vou deixar essas reflexões para depois.
Bem, lá vai: chamo-me Paulo Montenegro e este é o meu primeiro blogue "sério". Quero mante-lo por muito tempo e tenciono usá-lo como diário e como meio para divulgar as minhas histórias, os meus contos - que tanto gosto de escrever - e os meus poemas que apesar de poucos e superficiais são uma nova faceta minha que quero explorar.
Adoro escrever. Adoro ver as letras a formar palavras e depois longas histórias. Adoro ficar a noite toda a cordado a ler um bom livro. Ou melhor, a ler uma boa história. A minha profissão de sonho é ser escritor, algo que almejo muito em breve se a inspiração assim o permitir e alguma editora atrevida o deixar.

Estou a iniciar este blog um dia depois de algo horrível me ter acontecido: Um dia depois de romper quase todos os laços com a pessoa que mais amei desde à muito tempo. É algo que deixou feridas que dificilmente vão sarar e um grande golpe no meu optimismo em relação ao mundo. Gostava de ser feliz ao lado dela mas como sempre algo correu mal.
A minha má sorte persegue-me.
Devo ter sido amaldiçoado em pequeno.

Tenho pena de não poder começar este blogue mais optimista. Queria encarar o futuro com mais luz e com esperança de mudar tudo à minha volta e a mim mesmo também, através do meu sonho de escrever a tempo inteiro. Mas...
Há sempre um "mas".
É com uma lágrima no canto do olho que digo - Olá.